Um estudo entre relações pais filhos, levado a cabo no Fels Institute por Baldwin*,
Diz que entre diferentes agrupamentos de atitudes dos pais para com os filhos , são as atitudes de “aceitação democrática” as que parecem favorecer melhor o crescimento.
As crianças, quando são tratadas pelos pais com afeto e de igual para igual, revelam um desenvolvimento intelectual acelerado (Q.I. mais elevado), maior originalidade,uma segurança emotiva e um domínio mais profundo, menor excitabilidade do que as crianças que provem de outros tipos de família.
Embora seu desenvolvimento social no início fosse mais lento, tornavam-se frequentemente,quando atingiam a idade escolar, chefes populares, amigáveis e não agressivos.
Quando as atitudes dos pais são classificadas como sendo de “rejeição ativa”, as crianças manifestam um retardamento no seu desenvolvimento intelectual, uma utilização relativamente pobre das suas capacidades e uma certa falta de originalidade.
Essas crianças são, afetivamente instáveis, rebeldes, agressivas e arredias.
Os filhos de pais que apresentam algumas dessas atitudes ou comportamentos tendem a situar-se entre esses dois extremos.
Essas conclusões não nos surpreendem no que se refere ao desenvolvimento da criança,
No entanto de acordo com Carl Rogers (autor de On becoming a person) Tornar-se pessoa , livro do qual tiramos este artigo e que se encontra em nossa biblioteca ,elas se aplicam a outras relações também, como por exemplo: um médico que se mostra caloroso na sua expressão , respeitador da própria individualidade e da do outro, segundo as probabilidades,facilita a realização de si através dessas atitudes, tal como os pais o fazem.
Outra sugestão de livro nesse assunto:
Educação: a solução está no afeto: Gabriel Chalita
Outra sugestão de livro nesse assunto:
Educação: a solução está no afeto: Gabriel Chalita

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