sexta-feira, 30 de maio de 2014

Respeito Eterno


Seja nobre e humilde,

Deixe que os milagres aconteçam.

Você é filho da vida, do amor e da paz.

E o universo terá misericórdia de suas faltas,

Ele não precisa de suas fraquezas

E sim do brilho, da luz,

Da pequena centelha do seu carinho

E afeto por tudo que há neste mundo.
 
Portanto, respeite a todos

E a tudo que você não é capaz de criar

Porque a mão do onipotente

Acolhe o passado, o presente e o futuro.

Livro: Reflexões Serenas de Jacemar Cristina Rocha da Costa

quinta-feira, 29 de maio de 2014

Amemos não só as pessoas, mas também os demais seres vivos.


 
Está na hora de a humanidade transcender o modo de viver de até agora, em que veio utilizando outros seres vivos com instrumento e material para prosperar, e passar a levar uma vida que pensa também na felicidade de todos os seres vivos.
         Sendo o amor sentimento de que “eu e o outro somos um”, a humanidade deve viver, de agora em diante, com esse sentimento de unidade com os demais seres vivos.
Livro Primeiro Passo para a Paz de Massaharu Taniguchi.

terça-feira, 27 de maio de 2014

O MUNDO AO MEU REDOR É OBRA DE MINHA PRÓPRIA AUTORIA


Se me parece que algo ilógico está ocorrendo, não significa que alguém criou um mundo ilógico e o está impingindo a mim. Sou eu próprio quem está “pintando” o meu mundo com a cor chamada “ilógica”. (...) No mundo de Deus, não existe nada que seja ilógico ou injusto. Tudo que ocorre ao meu redor são imagens ilusórias, que eu próprio criei com o poder da palavra.

(Do livro Orações diárias - Masanobu Tanigushi, p. 204-205)

sexta-feira, 23 de maio de 2014

SERENIDADE




Mantenha calma
Na seara das tribulações.
Mantenha a lucidez
No convívio dos indecisos.
Mantenha a paz
Nos caminhos da esperança.
Mantenha o amor
Nos corações fraternos.
Mantenha a comunicação
Efetiva na confiança do dia.
Mantenha a sinergia
Autêntica na claridade
Do luar sublime.

Livro: Reflexões Serenas de Jacemar Cristina Rocha da Costa.

quinta-feira, 22 de maio de 2014

CONVERSAR COM DEUS




Não se esqueça de que Deus é seu amigo e, assim como todos os seus amigos, Ele quer saber o que está acontecendo em nossa vida. Seja bom ou mau, seja algo que nos deixe tristes ou zangados, e até mesmo quando lhe perguntamos por que coisas terríveis têm que acontecer. Então converse com Deus.
Livro do Projeto Leituras: A Última Música de Nicholas Sparks

Nossas Crenças

Nossas crenças são capazes de nos fazer felizes, mas também podem estar limitando nossa possibilidade de criar exatamente as coisas que dizemos desejar. O que você quer e aquilo que acredita merecer podem não ser a mesma coisa. É preciso estar atento aos pensamentos e as palavras que os expressam para começar a eliminar aqueles que criam as experiências que você pensa e sente que a vida não está lhe dando o que deseja, então é certo que nunca terá as coisas boas que a Vida dá aos outros – isto é, até que mude o modo de pensar e falar.
Pensar negativamente não é um defeito seu. Simplesmente você nunca aprendeu como se deve pensar e falar. Essa descoberta de que os pensamentos criam as nossas experiências é bastante recente. Seus pais provavelmente não sabiam disso, portanto não podiam lhe ensinar. Eles simplesmente reproduziam o modo como os pais deles os ensinaram a olhar a vida. Ninguém está errado. Mas está na hora de despertarmos e começarmos a criar nossas vidas conscientemente de um modo que nos satisfaça e fortaleça.
Você pode fazer isso . Eu posso fazer isso. Todos nós podemos – precisamos apenas aprender. Então vamos começar!
Texto do livro: “O poder das afirmações positivas” de Louise Hay, p. 8 e 9

terça-feira, 20 de maio de 2014

EM BUSCA DO OUTRO

Não é à toa que entendo os que buscam caminho. Como busquei arduamente o meu! E como hoje busco com sofreguidão e aspereza o meu melhor modo de ser, o meu atalho, já que não ouso mais falar em caminho. Eu que tinha querido. O Caminho, com letra maiúscula, hoje me agarro ferozmente à procura de um modo de andar, de um passo certo. Mas o atalho com sombras refrescantes e reflexo de luz entre as árvores, o atalho onde eu seja finalmente eu, isso não encontrei. Mas sei de uma coisa: meu caminho não sou eu, é o outro, é os outros. Quando eu puder sentir plenamente o outro estarei salva e pensarei: eis o meu porto de chegada.

Clarice Lispector

( Do livro A descoberta do mundo (crônicas publicadas no Jornal do Brasil de 1967 a 1973). Rio de Janeiro: Rocco, 1999, p. 119)

segunda-feira, 19 de maio de 2014

Viver com desprendimento

 Conta-se que Diógenes destacou-se entre os sábios gregos e chegou a ser professor de Alexandre da Macedônia.
Um dia, começou a questionar os costumes do seu tempo e a necessidade dos bens materiais.
Resolveu adotar uma vida totalmente desprendida e ficou morando dentro de uma barrica, tendo para seu uso pessoal somente uma cuia com água.
Depois de algum tempo descobriu que nem mesmo da cuia ele precisava, pois, usando suas duas mãos, poderia pegar água para beber ou para limpar-se. Jogou a cuia fora.
Quando Alexandre invadiu a Grécia, fez questão de visitar aquele seu antigo professor.
Encontrou-o sob o sol, junto à barrica, entregue aos próprios pensamentos, e lhe disse: Você já deve saber que conquistei a Grécia e que todas estas terras agora fazem parte do meu império. Como você foi meu professor e sempre o admirei, quero recompensá-lo de alguma forma. Diga-me: O que você deseja?
Houve um momento de silêncio. Alexandre e todos os integrantes de sua escolta aguardavam com curiosidade a resposta do filósofo.
Posso pedir mesmo? - disse Diógenes.
Sim, peça.
O que desejo é que você saia da frente do sol, pois está impedindo que seus raios quentes toquem o meu corpo.
Alexandre não respondeu. Apenas saiu da frente do sol e, naquele pequeno gesto, tentou compreender a filosofia de vida do seu antigo mestre.
Olhou mais uma vez para Diógenes em sua barrica, olhou para seus soldados, tomou as rédeas do seu cavalo e seguiu seu caminho, rumo à conquista da Ásia.
*   *   *
Incontestavelmente, o desprendimento dos bens terrenos é uma necessidade lógica.
É verdade que ninguém precisa desprezar os bens que conquistou com o próprio esforço, pois esses constituem legítima propriedade.
No entanto, é preciso treinar o desprendimento desses bens que um dia ficarão sob o pó da terra.
Além disso, há grande diferença entre possuir bens materiais e se deixar possuir por eles.
Conforme afirmou um grande pensador: O tesouro do sábio é a sua mente, e o do tolo, são seus bens.
Sim, porque o verdadeiro tesouro é aquele que podemos levar conosco para onde formos. Inclusive na viagem de volta ao mundo espiritual.
Assim, os bens materiais e todos os recursos que estão em nossas mãos, sob nossa administração temporária, devem servir para fomentar o nosso progresso e também o daqueles que convivem conosco, parentes ou não.
Quando as riquezas terrenas geram salário, saúde, educação e oportunidades dignas para o ser humano, são geradoras de tesouros nos céus, e garantem o bem estar do Espírito imortal que delas fez bom uso.
Mas, quando as riquezas servem apenas para deleite daquele que as detém, geram infelicidade e desgosto no além-túmulo.
*   *   *
O homem moderno, levado pela sede de conquistar mais e mais, esquece-se de si mesmo.
Conquista o Sistema Solar, mas perde a paz.
Descobre o mecanismo da vida e despreza a própria existência.
Realiza incursões vitoriosas nas partículas que compõem o átomo, mas desagrega-se interiormente.
Sonha com o amor, e se entorpece nas paixões infelizes.
Aspira à felicidade, mas se intoxica nos gozos brutalizantes.
Importantes, sim, as conquistas intelectuais que geram o progresso e o bem-estar da Humanidade...
No entanto, é imprescindível cultivar o solo dos corações, onde as flores das virtudes possam germinar e crescer, gerando felicidade e paz verdadeiras.

Redação do Momento Espírita, com base em história extraída do site http:www.gretz.com.br
e na Apresentação do livro Florações evangélicas, pelo Espírito Joanna de Angelis,
psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.
Em 04.05.2009.

sexta-feira, 16 de maio de 2014

Felicidades


Pequenas felicidades

passeiam por nossos dias

como joaninhas na palma

da mão,

como um desenho de orquídea

trazido pelo vento.

Para não desperdiçá-las

há que estar sempre atento,

caminhar vagarosamente

pelos contornos da tarde,

encher os bolsos com a areia

dourada do tempo.

Livro: Poemas para ler na Escola de Roseana Murray.

 

quinta-feira, 15 de maio de 2014

Tudo que se dispuser a fazer, faça com alegria e prazer.


         É  muito bom “trabalhar com alegria”, pois, assim, será bem-sucedido no trabalho. Essa alegria não fica restrita a você; vai-se espalhando entre seus superiores. Espalha-se também em seu lar, tornando cheios de vida a esposa e os filhos. Alegria do marido ou pai é algo muito importante, que influi no destino da família.

Livro Ai to Kibono  Messeji-  Seicho Taniguchi

quarta-feira, 14 de maio de 2014

Planeje e aja com coragem e rapidez

O mundo está necessitando de homens que planejem e ajam com bravura e rapidez em favor de causas benéficas. Para ser corajoso é preciso ter autoconfiança. Para planejar e agir com rapidez é preciso estra sempre orientado pela sabedoria de Deus. Para ter autoconfiança e para ser orientado pela Sabedoria de Deus, é necessário ter um forte sentimento de união com Deus. A fonte da verdadeira coragem, sabedoria e capacidade é Deus que se aloja no íntimo de cada pessoa. Ter a confiança de agir segundo a orientação de Deus que você despertou no seu íntimo, isto sim é a fonte da verdadeira coragem.
A verdadeira coragem não é , em absoluto, travar luta com as dificuldades. Estas , quando enfrentadas resolutamente, desaparecem, assim como as pessoas que estavam se opondo curvam-se e tornam-se amigas . Adquirimos a verdadeira coragem através da verdadeira Sabedoria de Deus. Por isso não precisamos temer a mudança das coisas , e conseguimos agir com pleno desembaraço, na hora precisa.

terça-feira, 13 de maio de 2014

O SONHO

Seja o que você quer ser, porque você possui apenas uma vida e nela só se tem uma chance de fazer aquilo que quer.

Tenha felicidade bastante para fazê-la doce. Dificuldades para fazê-la forte. Tristeza para fazê-la humana. E esperança suficiente para fazê-la feliz.

As pessoas mais felizes não têm as melhores coisas. Elas sabem fazer o melhor das oportunidades que aparecem em seus caminhos.

A felicidade aparece para aqueles que choram. Para aqueles que se machucam. Para aqueles que buscam e tentam sempre. E para aqueles que reconhecem a importância das pessoas que passam por suas vidas.

Clarice Lispector

sexta-feira, 9 de maio de 2014

Dicas para ler notícias sem enlouquecer!



As informações em tempo real estão acabando com a nossa sanidade.
Um novo livro traz conselhos para quem quer recuperá-la.
Os leitores estão enlouquecendo. Faça uma visita às caixas de comentários de qualquer grande portal e você verá o quanto são raras as demonstrações de bom senso. O caps lock parece ser a tecla da moda. Teorias da conspiração abundam. Um acidente de carro na Grã-Bretanha ou a alta no preço dos sanduíches no Rio de Janeiro podem ser culpa da política, da imprensa, do imperialismo americano ou de todos eles juntos, dependendo de quem for o leitor.

Começamos a consumir informações em tempo real há algumas décadas, mas raramente paramos para pensar se isso é saudável. Existem vantagens de largar as notícias de vez em quando e reservar tempo para leituras mais nutritivas – reportagens mais longas, ensaios e, sobretudo, livros

Abandonar as notícias permanentemente não é uma opção, ao menos para a maioria de nós. Manter-se desinformado por algumas horas pode ser um prazer, mas a desinformação por um período prolongado logo se transforma em ignorância.
Se as notícias são necessárias, precisamos encontrar uma forma saudável de consumi-las. O livro recém-lançado Notícias: Um manual do usuário, do filósofo suíço Alain de Botton, traz sugestões para os leitores que querem aproveitar o que as notícias têm de bom sem cair em suas armadilhas. Dicas do autor nos itens a seguir.

1. Tenha um motivo para ler
Com muita frequência, clicamos em notícias nas redes sociais ou nas páginas de grandes portais simplesmente porque não estamos fazendo nada. "As notícias não vêm com manual de instruções porque lê-las é teoricamente uma das atividades mais fáceis e óbvias do mundo, como piscar os olhos e respirar", afirma Botton. Quando ler notícias se transforma num passatempo, porém, deixamos de pensar sobre as informações que recebemos e aproveitamos muito pouco do que lemos. Antes de ler uma notícia, faça duas perguntas simples para você mesmo: o que você quer saber e por quê? Essas duas respostas tornarão sua leitura muito mais proveitosa.

2. Enfrente seu tédio
"Caetano Veloso estaciona no Leblon" é uma informação que absorvemos instantaneamente. "ONU acusa Coreia do Norte de crimes contra a humanidade" exige algum esforço. As notícias mais relevantes são, na maioria das vezes, as mais monótonas. A culpa nem sempre é do repórter. Alguns assuntos são naturalmente mais áridos do que os outros. Cabe ao leitor perseverar. Se você só der atenção às reportagens fáceis de ler, continuará desinformado mesmo depois de horas dedicadas às notícias.

3. Tente aprender algo
Se você somar todo o tempo que gasta lendo notícias ao longo de um ano, perceberá que essa atividade toma semanas ou até meses inteiros. O que ganhamos em troca do tempo investido? A resposta depende muito do tipo de notícia que lemos e da maneira como encaramos essa leitura. Um mês dedicado a acessar centenas de notícias de política diariamente para ofender candidatos nos comentários é um mês desperdiçado. O mesmo tempo pode ser muito bem aproveitado se lermos reportagens mais aprofundadas sobre os problemas e conquistas do país, entendermos o ponto de vista de cada candidato e nos tornarmos eleitores (e cidadãos) melhores. Depois de ler uma notícia, pergunte-se se aprendeu algo com ela. Se a resposta for "não" na maioria das vezes, é um sinal de que você está lendo as notícias erradas ou dando pouca atenção a elas.

Por: Danilo Venticinque

Jornalista editor de livros e colunista da Revista Época. Nasceu em São Paulo, formado em Jornalismo pela Universidade Metodista de São Paulo (2010) e  faz MBA em Marketing Digital na ESPM. Atuou como freelancer na revista eletrônica Consultor Jurídico (SP) em 2008. Entrou como estagiário da revista Época (SP), em 2009. Antes de assumir o cargo de editor de livros, na seção de Ideias, foi repórter de cultura por dois anos com o editor Luís Antônio Giron.

Alain de Botton Escritor e pensador peculiar. Nasceu na Suiça, é de origem judia, mas foi educado na Inglaterra, a partir dos oito anos. As suas recordações das escolas Harrow e Cambridge não são famosas. Cedo se deu conta de que o que lhe ensinavam não servia para a vida que desejava ter. Por isso, resolveu escrever obras onde traça novos caminhos para a felicidade e para a realização pessoal, em moldes pouco comuns. Livros que já publicou – “Como Proust pode salvar-lhe a vida”, “A Consolação da Filosofia”, “A Arte de Viajar”, entre outros – poderão ser catalogados como “manuais de autoajuda”, mas Botton prefere chamar-lhes “Guias”, uma vez que neles não enuncia fórmulas infalíveis nem promete a felicidade eterna. Interessa-lhe, sobretudo, a ideia de “sabedoria”, um conceito muito antigo e quase tabu na nossa sociedade que, como sabemos, se afastou claramente do pensamento crítico e da reflexão. Usando, como base, o método dos filósofos da Grécia Antiga, este autor propõe-nos, de uma forma inteligente e acessível, uma contínua especulação sobre tudo o que nos rodeia, o que sentimos e a forma como agimos.